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QUEM FUMA QUEM? Abandone o hábito de fumar

Publicado em 31/05/2019

O Dia Mundial Sem Tabaco (31 de maio) foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo, a segunda causa principal de morte no mundo, atrás apenas da hipertensão. Segundo a OMS, o consumo do tabaco é responsável pela morte de um em cada dez adultos, totalizando seis milhões de mortes por ano, com mais de 600 mil devido ao fumo passivo.

O tabagismo é causado pela dependência física à nicotina, substância encontrada nos derivados do tabaco. Um simples cigarro contém, também, ingredientes como açúcares, arsênico, solventes e outros venenos que geram até 7.000 produtos diferentes, dos quais 69 são comprovadamente cancerígenos. Por isso, fique atento a alguns males que o hábito de fumar pode causar:

  • Doenças pulmonares
  • Doenças cardíacas
  • Hipertensão arterial
  • Isquemia
  • Infarto agudo do miocárdio
  • Derrames
  • Redução do olfato e paladar
  • Impotência sexual nos homens
  • Complicações na gravidez, câncer de colo de útero, menopausa precoce e dismenorréia (sangramento irregular) nas mulheres
  • Problemas estéticos, como enfraquecimento do cabelo, ressecamento e envelhecimento precoce da pele.

Diante de tantos pontos negativos, há uma série de benefícios e conquistas alcançados ao parar de fumar:

  • Em 20 minutos, a pressão sanguínea e pulsação voltam ao normal.
  • Em 2 horas, não há mais nicotina no sangue.
  • Em 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza.
  • Em 2 dias, percebe-se mais os aromas e sabores dos alimentos.
  • De duas a 12 semanas, a circulação sanguínea melhora e a função pulmonar aumenta.
  • Entre um a nove meses, a tosse e a falta de ar diminuem.
  • Em um ano, o risco de desenvolver uma doença coronariana cai pela metade (em relação a um fumante).
  • Em cinco anos, o risco de ter um acidente vascular cerebral é reduzido ao de um não fumante – cinco a 15 anos após parar de fumar.
  • Em 10 anos, o risco de câncer de pulmão cai para cerca de metade em relação a um fumante e o risco de câncer de boca, garganta, esôfago, bexiga, colo do útero e pâncreas também diminui.
  • Em 15 anos, o risco de doença cardíaca coronária é o mesmo de um não fumante.
  • Além disso, sua família também estará mais saudável, porque não estará mais exposta à fumaça do cigarro.

VALE DESTACAR
O consumo de cigarro eletrônico, também conhecido como e-cigarette, e-ciggy, e-cigar e caneta a vapor, surgiu como uma promessa de auxílio para quem deseja parar de fumar por ser composto, basicamente, pela nicotina e não possuir as mesmas substâncias nocivas que um cigarro normal. Mas, talvez não seja exatamente assim - de acordo com um estudo de 2018, com 70.000 participantes, o risco de infarto nos usuários desses dispositivos é mais que o dobro dos não tabagistas. Ainda assim, o produto tem gerado um grande apelo entre os jovens pela aparência cada vez menos associada à do cigarro comum, pela opção de poder lhe conferir o sabor que desejar e também por ser mais tecnológico. No entanto, este produto não é regulamentado no Brasil e, segundo especialistas, são necessários mais estudos para determinar se ele é capaz de ajudar a reduzir os danos à saúde causados pelo tabagismo ou outras doenças, analisar os efeitos das demais substâncias que o compõem e seu impacto na sociedade.

Quer parar de fumar? Conte com a Fundação Fiat.
O MelhorAr é o programa que auxilia no combate ao tabagismo. Nele, oferecemos a oportunidade de se buscar uma vida com mais saúde ao abandonar o hábito de fumar.

Para se inscrever, agende uma consulta nos Núcleos de Saúde e Bem-Estar, pela Agenda Fácil, aqui e no aplicativo, ou Disque Saúde (31) 3304-3900.

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